Procurando a sonoridade

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

MAIS UMA CARICATURA DE POLÍCIA!!?...

ESSA FOI A GOTA D’ÁGUA

Já basta! Chega! Mesmo quando estamos certos, estamos errados! As praças da Polícia Militar do Paraná querem saber o que a nossa Instituição fará a respeito, porque nós faremos a nossa parte para defesa da classe Policial Militar do Estado do Paraná. Vamos entrar em contato com o nosso Comandante Geral, com o Ministério Público Estadual, com a rede globo de televisão. Isso não pode ficar assim! Queremos no “mínimo” uma retratação pública da emissora nacional – rede globo, que se manifeste rapidamente pedindo desculpas aos valorosos profissionais de segurança pública de todo o Brasil, pois esta novela veicula em todo o País em horário nobre e com altas audiências.
Pois bem, para minha surpresa e profunda indignação e por acaso dou uma olhada para a televisão e vejo uma cena da novela “Insensato coração”, exibida em 29/06/2011, quarta-feira, exatamente às 21:40 horas, para a qual solicitei a minha esposa que me contextualizasse, para então saber se tratar da presença da polícia na residência de um alto executivo de banco que vem causando fraudes e estelionatos de grande monta, o que gera uma discussão com a filha do banqueiro, que se desenrola mais ou menos assim:
A filha do banqueiro, um personagem feminino jovem, aos brados dizendo: “o que é isto, esta bagunça, invasão da minha casa, porque vocês não vão recolher mendigos e pedir propina para motorista bêbado!” e o outro personagem que seria um componente de organização policial, um senhor de terno, que não ficou claro se pertencia a Polícia Civil do Estado de São Paulo ou do Rio de Janeiro, ou ainda a Policial Federal, ali naquela cena, na condição de representante de uma instituição policial responde: “Calma lá, você está confundindo, eu não sou Guarda Municipal e nem PM”. Como se já não fosse suficiente aparecer em novelas e programas de humor, personagens como policiais fardados, representando indivíduos ignóbeis, sem autonomia, que beiram a idiotice instaurada no comportamento humano, seja por ser militar ou de uma organização de segurança ostensiva designada pelo uso do uniforme, como se os uniformes por nos igualar externamente, nos tirassem a personalidade e a capacidade de decisão ou de crítica.
Eu deveria ter registrado Guarda Municipal e PM em letras minúsculas, pois infelizmente é assim, com desdém e para menoscabar que a emissora global se refere as organizações municipais de segurança e as nossas queridas policias militares do Brasil. É absolutamente repreensível que uma emissora de televisão que sabe de sua obrigação ética e abrangência se referir a organizações defensoras da sociedade desta maneira. É esta a emissora televisiva que se auto intitula como organização com obrigação social, quando na verdade está com o intuito de empurrar a opinião pública contra as organizações policiais que mais atuam nas sociedades, num flagrante de incitação a rebelião civil e contra a manutenção da ordem e da tranquilidade pública, pois estas são as conseqüências do desrespeito que a emissora prega pelas instituições policiais ostensivas fardadas, que diuturnamente e continuadamente defendem a sociedade contra toda sorte de acontecimentos e violência.
Nisto tudo reside o prejuízo maior, que se refere ao preconceito contra todos os componentes destas organizações policiais, que são rotulados de corruptos, ladrões, ignorantes e truculentos, como que indivíduos incapazes inclusive de fazer parte da sociedade. Que a população não se engane, pois são os componentes das policias, os homens que fazem parte da última fronteira de defesa da sociedade, pois quando os outros serviços do Estado não funcionam ou não dão conta da demanda social, é neste momento que entram as organizações policiais, principalmente as militares.
Nós homens e mulheres, profissionais da segurança pública, principalmente as praças que estão mais expostas à sociedade por atuar mais próximo dela, queremos, ou melhor exigimos respeito!

Valdemiro Dusi Junior – Segundo Sargento da Polícia Militar do Paraná
Diretor da APRA PR – Assoc. de Praças do Paraná
Gestor Público – graduado pela Universidade Federal do Paraná – Inst. Federal do Paraná.
Graduando em Filosofia pela Faculdade Padre João Bagozzi – Ctba - PR

segunda-feira, 2 de maio de 2011

FRATTURANDO A UTILIDADE PARTICULAR

Estou replicando a mensagem original do amigo Douglas Sartori... copiei descaradamente sem editar nenhuma das informações, mas vamos colaborar e repassar para quem possa interessar.


O Espaço Cultural Pé no Palco convida a todos para um Worshop com Fátima Oritz!


Para quem deseja perceber-se ou rever-se no teatro!


Os exercícios e as vivencias trabalhadas no Workshop objetivam um mergulho nos aspectos essências do fazer teatral: Integração criativa. Corpo e voz. Jogos dramáticos. Improvisação. Texto e criação de cenas e situações dramáticas. As vivencias permitem o aprofundamento dos conceitos: De Inteireza. Densidade.Do jogo teatral. Da expressão individual e de grupo. Do corpo e sustentação psicofísica. Dos experimentos com a criação da personagem e da cena teatral. Os recursos teatrais quando aplicados nas vivencias criativas, devem ser inseridos na vida dos participantes, valorizando sempre os processos de auto percepção e o desenvolvimento das capacidades individuais. Visto desta forma tais recursos colaboram para a formação do comportamento criativo, lançando desafios e gerando estímulos de todas as ordens: Desenvolvimento do poder de observação, reflexão, autoconfiança, desembaraço, serenidade, autonomia, capacidade de entender o pensamento e os sentimentos alheios, e, sobretudo o avigoramento da individualidade, valorizando as aptidões e a vocação para o teatro enaltecendo o que cada um tem de melhor.


Dias: 13, 14 e 15 de Maio (sexta e Sábado das 19h as 22h e Domingo das 16h as 19h)


Valor: R$120,00 (Desconto para alunos e ex-alunos do Pé no Palco!!)


Ligue já e garanta a sua vaga!


Horário da Secretaria: Segunda a Sexta, das 14h as 18h Fone: (41) 3029-6860


Observações importantes aos inscritos:


- O curso é essencialmente prático.


- Os alunos trazer roupas leves e sapatilhas (ou descalço) para fazer as aulas.


- As aulas iniciam pontualmente.


- Será fornecido o certificado de participação.


- Alunos e ex-alunos têm desconto de 15% do valor do curso.


- A participação neste workshop garante o ingresso do aluno nas turmas regulares em


andamento.


--
Atenciosamente,


Equipe Pé no Palco
Pé no Palco Atividades Artísticas
Fone: 3029-6860/ Fax: 3029-6864
www.penopalco.com.br

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

The Banda da Poesia, P47 d Thunderbolt



Projeto de um tempo atraz, música minha com a Capitão Brown Vocal de Jorge (do Irajá) Barbosa Filho poesia do camaradinha Willian Teca. Som gostoso com a gaita irada do André.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Fratturando a Ciência

De forma ingênua, a pergunta “o que é ciência?” de tão direta pode causar uma certa perplexidade. Obviamente, de forma a direcionar este artigo, inicio pelo o preceito de que a ciência é o conhecimento. Mas, tão obviamente quanto, esta afirmação é ainda vazia e mais interrogativa que a questão inicial, afinal, “que conhecimento é a ciência”?
Seguindo esta metodologia recorremos ao pensador Popper, que defendeu que se a ciência se baseia na observação e teorização, só se podem tirar conclusões sobre o que foi observado”, definindo assim o conhecimento científico, asseverado por Rubem Alves em sua alegoria que define como científico “aquilo que caiu nas redes reconhecidas pela confraria dos cientistas.” (Psychiatry On-line Brazil (4) Janeiro 1999 – http://www.polbr.med.br/arquivo/arquivo_99.htm). Reforçando que este conhecimento científico é obtido por uma série de provas consideradas científicas. Provas estas que tem a característica de poderem ser falseadas, refutadas e até mesmo renovadas trazendo um novo conhecimento cientifico.
Desta forma, em uma rápida análise podemos tecer que o conhecimento científico é o conhecimento obtido pela observação, o experimento e aplicação do raciocínio lógico.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Fratturas de Cartas para mim mesmo...

Curitiba, 2 de setembro de 2010.


Impressionado.

Fiquei impressionado com os depoimentos dos colegas da disciplina de "Uso da linguagem”, achei “tocante” é verdade. Forcei minha memória a fim de encontrar a primeira lembrança de impacto que alguma manifestação artística tenha me causado. Para minha surpresa, as lembranças mais remotas do meu pai lendo historias do Homem-Aranha e Batman antes da minha alfabetização. Ele lia ao chegar do trabalho ou aos finais de semana. Uma coisa só nossa que por incrível que pareça repito com meu filho. Lembro-me da sensação de descoberta em saber que naqueles ‘quadrinhos’ se contava uma historia, assim como a ‘paciência’ do meu pai em fazer vozes diferentes para pontuar humores e diferenciar personagens.
Mais adiante, durante o ensino fundamental, na época se chamava ‘primário’, lembro quase completamente de uma professora lendo ‘O Menino Maluquinho’ do Ziraldo...
Li todas as colocações que os colegaspostaram no forum da disciplina e notei que toda manifestação artística apresentada provocou algum tipo de mudança em quem ‘impressionou-se’, o que me fez pensar: o quê me impressiona? Dentre todas as coisas de que gosto: música, quadrinhos, cinema, teatro, dança, fotografia, pintura, arquitetura...quase todo tipo de expressão artística... o quê entre isso tudo?
Então busquei a primeira manifestação artística que me impressionou, e me fez mudar e pender para uma linha de pensamento diferenciada, não foi a literatura em si, nem os desenhos, nem os quadrinhos, nada senão a capacidade de se contar uma história, primeiro no meu Pai, depois na Professora do ‘primário’ e então nos quadrinhos e cinema, isso AINDA me impressiona, uma HISTÓRIA BEM CONTADA.

Um grande abraço a todos.

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