Procurando a sonoridade

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

FRATTURANDO A UTILIDADE PARTICULAR

Estou replicando a mensagem original do amigo Douglas Sartori... copiei descaradamente sem editar nenhuma das informações, mas vamos colaborar e repassar para quem possa interessar.


O Espaço Cultural Pé no Palco convida a todos para um Worshop com Fátima Oritz!


Para quem deseja perceber-se ou rever-se no teatro!


Os exercícios e as vivencias trabalhadas no Workshop objetivam um mergulho nos aspectos essências do fazer teatral: Integração criativa. Corpo e voz. Jogos dramáticos. Improvisação. Texto e criação de cenas e situações dramáticas. As vivencias permitem o aprofundamento dos conceitos: De Inteireza. Densidade.Do jogo teatral. Da expressão individual e de grupo. Do corpo e sustentação psicofísica. Dos experimentos com a criação da personagem e da cena teatral. Os recursos teatrais quando aplicados nas vivencias criativas, devem ser inseridos na vida dos participantes, valorizando sempre os processos de auto percepção e o desenvolvimento das capacidades individuais. Visto desta forma tais recursos colaboram para a formação do comportamento criativo, lançando desafios e gerando estímulos de todas as ordens: Desenvolvimento do poder de observação, reflexão, autoconfiança, desembaraço, serenidade, autonomia, capacidade de entender o pensamento e os sentimentos alheios, e, sobretudo o avigoramento da individualidade, valorizando as aptidões e a vocação para o teatro enaltecendo o que cada um tem de melhor.


Dias: 13, 14 e 15 de Maio (sexta e Sábado das 19h as 22h e Domingo das 16h as 19h)


Valor: R$120,00 (Desconto para alunos e ex-alunos do Pé no Palco!!)


Ligue já e garanta a sua vaga!


Horário da Secretaria: Segunda a Sexta, das 14h as 18h Fone: (41) 3029-6860


Observações importantes aos inscritos:


- O curso é essencialmente prático.


- Os alunos trazer roupas leves e sapatilhas (ou descalço) para fazer as aulas.


- As aulas iniciam pontualmente.


- Será fornecido o certificado de participação.


- Alunos e ex-alunos têm desconto de 15% do valor do curso.


- A participação neste workshop garante o ingresso do aluno nas turmas regulares em


andamento.


--
Atenciosamente,


Equipe Pé no Palco
Pé no Palco Atividades Artísticas
Fone: 3029-6860/ Fax: 3029-6864
www.penopalco.com.br

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

The Banda da Poesia, P47 d Thunderbolt



Projeto de um tempo atraz, música minha com a Capitão Brown Vocal de Jorge (do Irajá) Barbosa Filho poesia do camaradinha Willian Teca. Som gostoso com a gaita irada do André.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Fratturando a Ciência

De forma ingênua, a pergunta “o que é ciência?” de tão direta pode causar uma certa perplexidade. Obviamente, de forma a direcionar este artigo, inicio pelo o preceito de que a ciência é o conhecimento. Mas, tão obviamente quanto, esta afirmação é ainda vazia e mais interrogativa que a questão inicial, afinal, “que conhecimento é a ciência”?
Seguindo esta metodologia recorremos ao pensador Popper, que defendeu que se a ciência se baseia na observação e teorização, só se podem tirar conclusões sobre o que foi observado”, definindo assim o conhecimento científico, asseverado por Rubem Alves em sua alegoria que define como científico “aquilo que caiu nas redes reconhecidas pela confraria dos cientistas.” (Psychiatry On-line Brazil (4) Janeiro 1999 – http://www.polbr.med.br/arquivo/arquivo_99.htm). Reforçando que este conhecimento científico é obtido por uma série de provas consideradas científicas. Provas estas que tem a característica de poderem ser falseadas, refutadas e até mesmo renovadas trazendo um novo conhecimento cientifico.
Desta forma, em uma rápida análise podemos tecer que o conhecimento científico é o conhecimento obtido pela observação, o experimento e aplicação do raciocínio lógico.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Fratturas de Cartas para mim mesmo...

Curitiba, 2 de setembro de 2010.


Impressionado.

Fiquei impressionado com os depoimentos dos colegas da disciplina de "Uso da linguagem”, achei “tocante” é verdade. Forcei minha memória a fim de encontrar a primeira lembrança de impacto que alguma manifestação artística tenha me causado. Para minha surpresa, as lembranças mais remotas do meu pai lendo historias do Homem-Aranha e Batman antes da minha alfabetização. Ele lia ao chegar do trabalho ou aos finais de semana. Uma coisa só nossa que por incrível que pareça repito com meu filho. Lembro-me da sensação de descoberta em saber que naqueles ‘quadrinhos’ se contava uma historia, assim como a ‘paciência’ do meu pai em fazer vozes diferentes para pontuar humores e diferenciar personagens.
Mais adiante, durante o ensino fundamental, na época se chamava ‘primário’, lembro quase completamente de uma professora lendo ‘O Menino Maluquinho’ do Ziraldo...
Li todas as colocações que os colegaspostaram no forum da disciplina e notei que toda manifestação artística apresentada provocou algum tipo de mudança em quem ‘impressionou-se’, o que me fez pensar: o quê me impressiona? Dentre todas as coisas de que gosto: música, quadrinhos, cinema, teatro, dança, fotografia, pintura, arquitetura...quase todo tipo de expressão artística... o quê entre isso tudo?
Então busquei a primeira manifestação artística que me impressionou, e me fez mudar e pender para uma linha de pensamento diferenciada, não foi a literatura em si, nem os desenhos, nem os quadrinhos, nada senão a capacidade de se contar uma história, primeiro no meu Pai, depois na Professora do ‘primário’ e então nos quadrinhos e cinema, isso AINDA me impressiona, uma HISTÓRIA BEM CONTADA.

Um grande abraço a todos.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Curtas Fratturados ou...

Curtindo um Curta Metragem

Pequenas Curiosidades sobre a visita de
Isaac Benavides
Nas faculdades Eseei
Isaac é um produtor independente, começou os estudos de cinema no Chile e hoje estuda na TUIUTI/PR, onde desenvolve projetos de biografia patrimonial (vídeos institucionais).
Ele comentou que começou a trabalhar como assistente de roteirista para um dia, como veio a acontecer, criar seus próprios roteiros. Comentou sobre a produção independente existente e defendeu categoricamente a simplicidade. Declarou ‘Raul Luiz” como sua principal influência, o que é curioso quando afirma ter se encantado com o cinema pela primeira vez ao assistir “Tartarugas Ninja”. Esta paixão arrebatadora aflorou a necessidade de se expressar, comunicar, e a linguagem cinematográfica foi a ferramenta que escolheu, mais um integrante do ‘Estranho Mundo dos Áudio-Visuais’.
Na fala para os alunos de “PRODUÇÃO DE ROTEIRO E STORY BOARDS” das Faculdade Eseei ele comenta rapidamente sobre a transição da poesia para o roteiro (o que pode ser conferido no seu curta “Carnaval” que aliás, esta inscrito em Cannes), comparando o processo de criação de um roteiro com o da concepção materna, em uma conversa informal onde seu sotaque carregado, por ser natural do Chile e apenas a poucos anos estar no Brasil, não dificultou em nada a compreensão do discurso.
Benavides condena a alienação propagada pelo cinema americano que, em suas próprias, “faz os latino-americanos deixarem de ter sua própria identidade”.
A conversa com o pessoal da Eseei foi proporcionada pelo Professor ‘Laqua’, e trouxe um novo ânimo para todos os alunos que se sentiam ‘carentes’ de produzir alguma coisa, seja por falta de estúdio ou de qualquer outro pretexto, a mensagem que marcou este cronista foi: “Produza, não tenha medo, vai lá e faça. Sua idéia na cabeça não existe, coloque num papel e ela toma forma.” E ainda acho que ele estava falando diretamente comigo.

Em um trecho da entrevista ao jornal “Comunicação” da UFPR ele confirma o que disse na Eseei:

“Eu tenho uma visão muito diversa do cinema brasileiro, porque não sou daqui. O cinema no Chile tem uma tendência atual de fazer filmes sem dinheiro, com poucas pessoas, mas com uma boa história. Priorizar o enredo. Eu vejo que o Brasil tenta imitar demais Hollywood e sua linha de filmagem, o que exige muito dinheiro para fazer grandes produções. Em contrapartida, gosto muito dos filmes daqui (Curitiba), pois o cenário é bastante independente e se diferencia um pouco do resto do país. O cinema brasileiro foge muito da minha ideia de fazer algo mais parecido com documentários, mas também o mercado daqui é muito maior que o chileno, até mesmo pelo tamanho dos dois países. Não tem como comparar, a diferença é muito grande, é outra mentalidade”.

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