Estou replicando a mensagem original do amigo Douglas Sartori... copiei descaradamente sem editar nenhuma das informações, mas vamos colaborar e repassar para quem possa interessar.
O Espaço Cultural Pé no Palco convida a todos para um Worshop com Fátima Oritz!
Para quem deseja perceber-se ou rever-se no teatro!
Os exercícios e as vivencias trabalhadas no Workshop objetivam um mergulho nos aspectos essências do fazer teatral: Integração criativa. Corpo e voz. Jogos dramáticos. Improvisação. Texto e criação de cenas e situações dramáticas. As vivencias permitem o aprofundamento dos conceitos: De Inteireza. Densidade.Do jogo teatral. Da expressão individual e de grupo. Do corpo e sustentação psicofísica. Dos experimentos com a criação da personagem e da cena teatral. Os recursos teatrais quando aplicados nas vivencias criativas, devem ser inseridos na vida dos participantes, valorizando sempre os processos de auto percepção e o desenvolvimento das capacidades individuais. Visto desta forma tais recursos colaboram para a formação do comportamento criativo, lançando desafios e gerando estímulos de todas as ordens: Desenvolvimento do poder de observação, reflexão, autoconfiança, desembaraço, serenidade, autonomia, capacidade de entender o pensamento e os sentimentos alheios, e, sobretudo o avigoramento da individualidade, valorizando as aptidões e a vocação para o teatro enaltecendo o que cada um tem de melhor.
Dias: 13, 14 e 15 de Maio (sexta e Sábado das 19h as 22h e Domingo das 16h as 19h)
Valor: R$120,00 (Desconto para alunos e ex-alunos do Pé no Palco!!)
Ligue já e garanta a sua vaga!
Horário da Secretaria: Segunda a Sexta, das 14h as 18h Fone: (41) 3029-6860
Observações importantes aos inscritos:
- O curso é essencialmente prático.
- Os alunos trazer roupas leves e sapatilhas (ou descalço) para fazer as aulas.
- As aulas iniciam pontualmente.
- Será fornecido o certificado de participação.
- Alunos e ex-alunos têm desconto de 15% do valor do curso.
- A participação neste workshop garante o ingresso do aluno nas turmas regulares em
andamento.
--
Atenciosamente,
Equipe Pé no Palco
Pé no Palco Atividades Artísticas
Fone: 3029-6860/ Fax: 3029-6864
www.penopalco.com.br
segunda-feira, 2 de maio de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
Venha tomar um porre com a Heleninha e matar a saudade da Ode... on Twitpic
Venha tomar um porre com a Heleninha e matar a saudade da Ode... on Twitpic
No meu mês de aniversário tenho que zoar um pouco... vamo lá galera?
No meu mês de aniversário tenho que zoar um pouco... vamo lá galera?
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
The Banda da Poesia, P47 d Thunderbolt
Projeto de um tempo atraz, música minha com a Capitão Brown Vocal de Jorge (do Irajá) Barbosa Filho poesia do camaradinha Willian Teca. Som gostoso com a gaita irada do André.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Dissonantes - Camden Town
Fratturando os Dissonantes:
Bacana saber que Curitiba ainda tem a veia roqueira pulsando forte.
Bacana saber que Curitiba ainda tem a veia roqueira pulsando forte.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Fratturando a Ciência
De forma ingênua, a pergunta “o que é ciência?” de tão direta pode causar uma certa perplexidade. Obviamente, de forma a direcionar este artigo, inicio pelo o preceito de que a ciência é o conhecimento. Mas, tão obviamente quanto, esta afirmação é ainda vazia e mais interrogativa que a questão inicial, afinal, “que conhecimento é a ciência”?
Seguindo esta metodologia recorremos ao pensador Popper, que defendeu que se a ciência se baseia na observação e teorização, só se podem tirar conclusões sobre o que foi observado”, definindo assim o conhecimento científico, asseverado por Rubem Alves em sua alegoria que define como científico “aquilo que caiu nas redes reconhecidas pela confraria dos cientistas.” (Psychiatry On-line Brazil (4) Janeiro 1999 – http://www.polbr.med.br/arquivo/arquivo_99.htm). Reforçando que este conhecimento científico é obtido por uma série de provas consideradas científicas. Provas estas que tem a característica de poderem ser falseadas, refutadas e até mesmo renovadas trazendo um novo conhecimento cientifico.
Desta forma, em uma rápida análise podemos tecer que o conhecimento científico é o conhecimento obtido pela observação, o experimento e aplicação do raciocínio lógico.
Seguindo esta metodologia recorremos ao pensador Popper, que defendeu que se a ciência se baseia na observação e teorização, só se podem tirar conclusões sobre o que foi observado”, definindo assim o conhecimento científico, asseverado por Rubem Alves em sua alegoria que define como científico “aquilo que caiu nas redes reconhecidas pela confraria dos cientistas.” (Psychiatry On-line Brazil (4) Janeiro 1999 – http://www.polbr.med.br/arquivo/arquivo_99.htm). Reforçando que este conhecimento científico é obtido por uma série de provas consideradas científicas. Provas estas que tem a característica de poderem ser falseadas, refutadas e até mesmo renovadas trazendo um novo conhecimento cientifico.
Desta forma, em uma rápida análise podemos tecer que o conhecimento científico é o conhecimento obtido pela observação, o experimento e aplicação do raciocínio lógico.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Fratturas de Cartas para mim mesmo...
Curitiba, 2 de setembro de 2010.
Impressionado.
Fiquei impressionado com os depoimentos dos colegas da disciplina de "Uso da linguagem”, achei “tocante” é verdade. Forcei minha memória a fim de encontrar a primeira lembrança de impacto que alguma manifestação artística tenha me causado. Para minha surpresa, as lembranças mais remotas do meu pai lendo historias do Homem-Aranha e Batman antes da minha alfabetização. Ele lia ao chegar do trabalho ou aos finais de semana. Uma coisa só nossa que por incrível que pareça repito com meu filho. Lembro-me da sensação de descoberta em saber que naqueles ‘quadrinhos’ se contava uma historia, assim como a ‘paciência’ do meu pai em fazer vozes diferentes para pontuar humores e diferenciar personagens.
Mais adiante, durante o ensino fundamental, na época se chamava ‘primário’, lembro quase completamente de uma professora lendo ‘O Menino Maluquinho’ do Ziraldo...
Li todas as colocações que os colegaspostaram no forum da disciplina e notei que toda manifestação artística apresentada provocou algum tipo de mudança em quem ‘impressionou-se’, o que me fez pensar: o quê me impressiona? Dentre todas as coisas de que gosto: música, quadrinhos, cinema, teatro, dança, fotografia, pintura, arquitetura...quase todo tipo de expressão artística... o quê entre isso tudo?
Então busquei a primeira manifestação artística que me impressionou, e me fez mudar e pender para uma linha de pensamento diferenciada, não foi a literatura em si, nem os desenhos, nem os quadrinhos, nada senão a capacidade de se contar uma história, primeiro no meu Pai, depois na Professora do ‘primário’ e então nos quadrinhos e cinema, isso AINDA me impressiona, uma HISTÓRIA BEM CONTADA.
Um grande abraço a todos.
Impressionado.
Fiquei impressionado com os depoimentos dos colegas da disciplina de "Uso da linguagem”, achei “tocante” é verdade. Forcei minha memória a fim de encontrar a primeira lembrança de impacto que alguma manifestação artística tenha me causado. Para minha surpresa, as lembranças mais remotas do meu pai lendo historias do Homem-Aranha e Batman antes da minha alfabetização. Ele lia ao chegar do trabalho ou aos finais de semana. Uma coisa só nossa que por incrível que pareça repito com meu filho. Lembro-me da sensação de descoberta em saber que naqueles ‘quadrinhos’ se contava uma historia, assim como a ‘paciência’ do meu pai em fazer vozes diferentes para pontuar humores e diferenciar personagens.
Mais adiante, durante o ensino fundamental, na época se chamava ‘primário’, lembro quase completamente de uma professora lendo ‘O Menino Maluquinho’ do Ziraldo...
Li todas as colocações que os colegaspostaram no forum da disciplina e notei que toda manifestação artística apresentada provocou algum tipo de mudança em quem ‘impressionou-se’, o que me fez pensar: o quê me impressiona? Dentre todas as coisas de que gosto: música, quadrinhos, cinema, teatro, dança, fotografia, pintura, arquitetura...quase todo tipo de expressão artística... o quê entre isso tudo?
Então busquei a primeira manifestação artística que me impressionou, e me fez mudar e pender para uma linha de pensamento diferenciada, não foi a literatura em si, nem os desenhos, nem os quadrinhos, nada senão a capacidade de se contar uma história, primeiro no meu Pai, depois na Professora do ‘primário’ e então nos quadrinhos e cinema, isso AINDA me impressiona, uma HISTÓRIA BEM CONTADA.
Um grande abraço a todos.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Curtas Fratturados ou...
Curtindo um Curta Metragem
Pequenas Curiosidades sobre a visita de
Isaac Benavides
Nas faculdades Eseei
Pequenas Curiosidades sobre a visita de
Isaac Benavides
Nas faculdades Eseei
Isaac é um produtor independente, começou os estudos de cinema no Chile e hoje estuda na TUIUTI/PR, onde desenvolve projetos de biografia patrimonial (vídeos institucionais).
Ele comentou que começou a trabalhar como assistente de roteirista para um dia, como veio a acontecer, criar seus próprios roteiros. Comentou sobre a produção independente existente e defendeu categoricamente a simplicidade. Declarou ‘Raul Luiz” como sua principal influência, o que é curioso quando afirma ter se encantado com o cinema pela primeira vez ao assistir “Tartarugas Ninja”. Esta paixão arrebatadora aflorou a necessidade de se expressar, comunicar, e a linguagem cinematográfica foi a ferramenta que escolheu, mais um integrante do ‘Estranho Mundo dos Áudio-Visuais’.
Ele comentou que começou a trabalhar como assistente de roteirista para um dia, como veio a acontecer, criar seus próprios roteiros. Comentou sobre a produção independente existente e defendeu categoricamente a simplicidade. Declarou ‘Raul Luiz” como sua principal influência, o que é curioso quando afirma ter se encantado com o cinema pela primeira vez ao assistir “Tartarugas Ninja”. Esta paixão arrebatadora aflorou a necessidade de se expressar, comunicar, e a linguagem cinematográfica foi a ferramenta que escolheu, mais um integrante do ‘Estranho Mundo dos Áudio-Visuais’.
Na fala para os alunos de “PRODUÇÃO DE ROTEIRO E STORY BOARDS” das Faculdade Eseei ele comenta rapidamente sobre a transição da poesia para o roteiro (o que pode ser conferido no seu curta “Carnaval” que aliás, esta inscrito em Cannes), comparando o processo de criação de um roteiro com o da concepção materna, em uma conversa informal onde seu sotaque carregado, por ser natural do Chile e apenas a poucos anos estar no Brasil, não dificultou em nada a compreensão do discurso. 
Benavides condena a alienação propagada pelo cinema americano que, em suas próprias, “faz os latino-americanos deixarem de ter sua própria identidade”.
A conversa com o pessoal da Eseei foi proporcionada pelo Professor ‘Laqua’, e trouxe um novo ânimo para todos os alunos que se sentiam ‘carentes’ de produzir alguma coisa, seja por falta de estúdio ou de qualquer outro pretexto, a mensagem que marcou este cronista foi: “Produza, não tenha medo, vai lá e faça. Sua idéia na cabeça não existe, coloque num papel e ela toma forma.” E ainda acho que ele estava falando diretamente comigo.
Em um trecho da entrevista ao jornal “Comunicação” da UFPR ele confirma o que disse na Eseei:

“Eu tenho uma visão muito diversa do cinema brasileiro, porque não sou daqui. O cinema no Chile tem uma tendência atual de fazer filmes sem dinheiro, com poucas pessoas, mas com uma boa história. Priorizar o enredo. Eu vejo que o Brasil tenta imitar demais Hollywood e sua linha de filmagem, o que exige muito dinheiro para fazer grandes produções. Em contrapartida, gosto muito dos filmes daqui (Curitiba), pois o cenário é bastante independente e se diferencia um pouco do resto do país. O cinema brasileiro foge muito da minha ideia de fazer algo mais parecido com documentários, mas também o mercado daqui é muito maior que o chileno, até mesmo pelo tamanho dos dois países. Não tem como comparar, a diferença é muito grande, é outra mentalidade”.
Benavides condena a alienação propagada pelo cinema americano que, em suas próprias, “faz os latino-americanos deixarem de ter sua própria identidade”.
A conversa com o pessoal da Eseei foi proporcionada pelo Professor ‘Laqua’, e trouxe um novo ânimo para todos os alunos que se sentiam ‘carentes’ de produzir alguma coisa, seja por falta de estúdio ou de qualquer outro pretexto, a mensagem que marcou este cronista foi: “Produza, não tenha medo, vai lá e faça. Sua idéia na cabeça não existe, coloque num papel e ela toma forma.” E ainda acho que ele estava falando diretamente comigo.
Em um trecho da entrevista ao jornal “Comunicação” da UFPR ele confirma o que disse na Eseei:
“Eu tenho uma visão muito diversa do cinema brasileiro, porque não sou daqui. O cinema no Chile tem uma tendência atual de fazer filmes sem dinheiro, com poucas pessoas, mas com uma boa história. Priorizar o enredo. Eu vejo que o Brasil tenta imitar demais Hollywood e sua linha de filmagem, o que exige muito dinheiro para fazer grandes produções. Em contrapartida, gosto muito dos filmes daqui (Curitiba), pois o cenário é bastante independente e se diferencia um pouco do resto do país. O cinema brasileiro foge muito da minha ideia de fazer algo mais parecido com documentários, mas também o mercado daqui é muito maior que o chileno, até mesmo pelo tamanho dos dois países. Não tem como comparar, a diferença é muito grande, é outra mentalidade”.
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